04 novembro 2013

Filme: Martha Marcy May Marlene


Assisti esse filme por acaso, confesso que nunca tinha ouvido falar dele. 
Meu sobrinho colocou o último da saga Crepúsculo para gravar e quando foi assistir esse estava emendado, então ele resolveu assistir, como eu estava na sala sem fazer nada, assistir também pois fiquei curiosa ao perceber algumas características dessas seitas ou comunidades alternativas, como toda aquela via de dominação e lavagem cerebral.

É um filme super confuso, desde o nome. Quando vi na tela fiquei pensando "Como assim?!" e por fim não consegui gostar desse filme.

Depois que assisti li vários comentários sobre a atuação espetacular da caçula Olsen. 
É daqueles que mostra dois tempos: o presente o onde ela está bem perturbada e em conflito pelo trauma vivido mas questionando os valores materialistas de sua família que como nós conhecemos valoriza a propriedade privada e a individualidade. E as lembranças do passado quando ela viveu dois anos em uma comunidade que tem umas práticas de umas práticas bem diferentes e radicais, até mesmo violenta sob o argumento da defesa de uma vida pela comunidade.

Realmente a atuação dela é fantástica já que ela parece bem doida e perturbada mesmo.

Mas não gostei porque além de ser confuso pelos dois tempos se mostrando ao mesmo tempo, ele é daqueles que o desenrolar se arrasta e pra piorar é daqueles que quando você acha que vai finalmente acontecer alguma coisa ele acaba. Isso mesmo. De repente tem o The End.

E eu gosto de começo, meio e fim. Pode até ser fora de ordem. 
No problem.
Agora não dá é pra você ficar se perguntando "mas o que aconteceu?"

Deve ser o que chamam de filme psicológico. Sim, se é pra você olhar pra mulher e pensar "Ela é doida" ele é bem convincente. Mas...

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