De vez em quando posto aki algumas pérolas que meus sobrinhos soltam e seja pela inocência ou pelo cômico da situação não quero esquecer, por isso achei muito fofa a matéria que o Correio Braziliense fez sobre os Pensamentos dos pequenos citando várias pérolas de outras crianças por aí:
» Certa vez, Victor, 2 anos, filho da enfermeira Vanessa Moreira, 32, viu a mãe trocando o absorvente no banheiro. “O que é isso?”, perguntou. Ela desconversou: “É a fralda da mamãe, filho”. E morreu o assunto. Semanas depois, Victor a flagra trocando de roupa. “Você não vai pôr a fralda?”. “Não, filho, hoje não.” E o pequeno sai saltitando pela casa “Aê! Parabéns, mamãe! Você está ficando dandona (grandona)!”
» Enquanto aguardavam a vez no caixa do supermercado, Luíza, filha de Tatiana Klein, na época com 3 anos, avista uma policial fazendo compras com uma nenenzinha no colo. Impressionada e com os olhões arregalados, aponta para a cena e pergunta: “Mamãe, mamãe! O que será que a neném fez?”.
» Ícaro Bonfim, de 4 anos, chamava a mãe, a jornalista Cristiane Bonfim, 33, insistentemente na sala, enquanto ela estava no escritório baixando para o computador as fotos tiradas nas férias. “Ô mãe, vem cá!” “Filho, estou ocupada.” “Vem, mãe”, insiste. “Calma que eu estou salvando umas fotos agora.” “Mas por quê? Elas estão em perigo?”, finaliza, preocupado.
» “Durante o banho, o menino Heiti, 2, pergunta para a mãe Júh, 26, porque ela não tem tim tim (segundo ela, é o apelido do órgão genital masculino em japonês). “Filho, só você e o papai têm. Mamãe não tem, não”. “Quer que eu compre um para você, mamãe?”
» A avó indaga o neto João Gabriel Cunha, 4 anos, sobre um passeio ao zoológico que sempre era remarcado pela escola: “João, e o Zoo, vai ter mesmo o passeio?” “Se não chover, vai ter sim.” “Se Deus quiser, não vai chover, meu neto”, diz, numa tentativa de alegrá-lo. “E o que esse Deus tem a ver com o meu passeio? Ele nem é da minha escola!”, esbraveja João Gabriel.
» Matheus tinha cerca de 6 anos quando viu Cláudia Mulazzani tomando anticoncepcional. “Mãe, para que serve esse remédio?” A mãe responde sem pensar: “Para não ter mais filhos”. Conversa encerrada, o guri volta minutos depois, com o olhinho baixo, e retruca: “Por que você não quer mais me ter?”
» Gisele tentava acalmar Gabriela, a filha recém-nascida que chorava em seu colo. O filho mais velho, Ryan, então com 2 anos, com toda a calma do mundo se aproxima e fala: “Melhor devolver. Acho que ela veio quebrada.”
» Numa visita à farmácia, a professora de história Janaína Fragoso compra alguns remédios e aproveita para levar umas revistinhas de palavras cruzadas, que costuma deixar no revisteiro do banheiro. Enquanto a mãe paga a conta no caixa, o filho Pietro, 3, pergunta em alto e bom som: “Mãe, é essa revista que você usa para fazer cocô?”.
» Antes de dormir, a pequena Beatriz Monteiro, 5 anos, pergunta para a mãe, Melissa Machado, 34: “Qual é o nome do ombro?”. Sem entender a pergunta, ela responde: “Ombro é ombro, oras”. A filha percebe que a mãe não entendeu e insiste: “O nome do Pai é na testa. E o do ombro? Que minha vó ensinou. Como chama mesmo?”, fazendo o sinal da cruz com as mãozinhas. A mãe se toca e, rindo, explica: “Ah! É em nome do Pai, do filho, do Espírito Santo”. “Amém!”, diz a mocinha.
» No primeiro dia na escola, a ansiosa Eleanor, 4 anos, sai injuriada da sala de aula, quando a mãe, Lays Moreira, chega para buscá-la. “Eu não gostei da escola nem da tia (professora)!” “Mas por que, Eleanor?” “Porque você e a tia mentiram para mim. Disseram que eu ia aprender a ler e eu não aprendi.”
» João Pedro tem apenas 2 anos e 4 meses e já adora tomar Coca-cola. A mãe, a pedagoga Eliana Moretti, 29, que ainda o amamenta, só permite o capricho nos fins de semana. “Mamãe, toma um pouquinho de Coca, toma.” A mãe agradece e diz que não. O filho insiste, insiste e se justifica. “Toma, vai, para esse mamá aqui (apontando para o peito dela) virar Coca!”
2 comentários:
Divertidíssimo, Denise. Besos.
Fofos demais!
besos, besos
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